Educação Conectada 2.0: MEC inicia distribuição de tablets e investimentos recordes em escolas públicas
A transformação digital e estrutural da educação brasileira ganhou um novo impulso em 2025. O Ministério da Educação (MEC) deu início à entrega de 1 milhão de tablets a escolas públicas em todo o país, dentro do programa Educação Conectada 2.0, que integra tecnologia e aprendizado em disciplinas-chave como Matemática, Ciências e Língua Portuguesa. O foco é diminuir o abismo digital entre redes pública e privada, modernizando o ensino e fortalecendo o acesso à educação de qualidade.
As primeiras remessas foram enviadas para os estados do Piauí, Maranhão e Amazonas, priorizando instituições de regiões com baixo acesso à internet. Cada escola recebeu tablets configurados com plataformas de leitura digital, aplicativos educacionais interativos e conteúdos offline, garantindo que mesmo comunidades com pouca conectividade possam usufruir da inovação pedagógica. Segundo o MEC, o programa deve beneficiar mais de 4 milhões de estudantes até o final de 2026, tornando-se o maior investimento em tecnologia educacional da história do país.
Essa frente tecnológica é apenas uma das vertentes da nova agenda educacional do governo. Paralelamente, o FNDE liberou R$ 980 milhões para a reforma e ampliação de escolas municipais, e o MEC lançou o curso gratuito “Competências Emocionais para Educadores”, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), voltado à formação socioemocional de até 120 mil professores. As ações reforçam o compromisso de unir infraestrutura, tecnologia e saúde emocional em prol de uma educação mais humana e inovadora.
Tecnologia e inclusão: tablets do MEC impulsionam a aprendizagem digital nas escolas públicas
A entrega de 1 milhão de tablets pelo MEC, dentro do programa Educação Conectada 2.0, marca um novo capítulo na história da educação pública brasileira. O projeto tem como foco modernizar o ambiente escolar e democratizar o acesso à tecnologia, especialmente em regiões rurais e periféricas. Cada equipamento vem com aplicativos pedagógicos, ferramentas de leitura digital e conteúdos que podem ser acessados offline, garantindo aprendizado mesmo em locais com baixa conectividade. Essa medida não apenas facilita o ensino, mas também prepara alunos e professores para um mundo cada vez mais digitalizado.
Com essa iniciativa, o Ministério da Educação busca reduzir a distância entre o ensino público e o privado, oferecendo recursos de ponta a escolas que antes sofriam com a falta de infraestrutura tecnológica. Segundo o ministro Camilo Santana, o investimento representa um compromisso direto com a equidade educacional: “Queremos que todas as crianças brasileiras, independentemente da renda ou da região onde vivem, tenham acesso às mesmas ferramentas de aprendizado e oportunidades de futuro.” Essa fala resume a essência de uma política pública que alia tecnologia à inclusão social.
Os primeiros estados a receberem os tablets foram Piauí, Maranhão e Amazonas, onde o acesso à internet ainda é limitado em muitas comunidades escolares. Além dos dispositivos, o MEC oferece treinamento para professores, orientando-os no uso pedagógico dos recursos digitais. A expectativa é de que o programa beneficie mais de 4 milhões de alunos até 2026, fortalecendo a autonomia do estudante e incentivando o aprendizado ativo e colaborativo. O Educação Conectada 2.0 surge, assim, como um pilar central na construção de uma escola mais interativa, inovadora e alinhada às demandas do século XXI.
FNDE investe R$ 980 milhões em reformas e ampliações de escolas municipais
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) anunciou um investimento histórico de R$ 980 milhões voltado à reforma e ampliação de escolas municipais em todos os estados brasileiros. O programa, batizado de “Escola Renovada”, busca garantir que os ambientes de ensino sejam mais acessíveis, modernos e confortáveis para alunos e professores. As obras abrangem desde a instalação de sistemas de climatização e acessibilidade até a modernização de bibliotecas e cozinhas escolares, reforçando o compromisso do governo com a melhoria da infraestrutura educacional em larga escala.
O programa prioriza os municípios com baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), de modo a equilibrar as condições estruturais entre as redes urbanas e rurais. Escolas localizadas em áreas com alto índice de vulnerabilidade social receberão prioridade na destinação dos recursos. Segundo o MEC, a meta é atender 1.320 escolas até o primeiro semestre de 2026, impactando diretamente a qualidade da aprendizagem e reduzindo desigualdades históricas no acesso a ambientes escolares dignos.
Essas reformas estruturais representam um avanço não apenas físico, mas também simbólico, no fortalecimento da educação pública. A modernização dos espaços escolares cria um ambiente mais estimulante, acolhedor e seguro, fatores diretamente relacionados ao desempenho estudantil. Para o ministro Camilo Santana, “investir na estrutura das escolas é investir na permanência do aluno e na valorização dos profissionais da educação”. O Escola Renovada reafirma a importância da infraestrutura como base do sucesso pedagógico e do fortalecimento da confiança da comunidade nas instituições públicas de ensino.
Formação emocional docente: MEC lança curso gratuito para professores da rede pública
O Ministério da Educação (MEC) deu um passo importante na valorização dos profissionais da educação com o lançamento do curso “Competências Emocionais para Educadores”, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). A formação gratuita integra o programa Formar+ Educação e foi desenvolvida para promover o equilíbrio emocional e o bem-estar dos professores da rede pública. O curso oferece capacitação em temas como gestão de estresse, empatia, escuta ativa e inteligência emocional aplicada à sala de aula, permitindo que o docente desenvolva competências fundamentais para lidar com os desafios diários do ambiente escolar.
A iniciativa foi desenhada para alcançar até 120 mil professores de todo o país e será certificada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Segundo o MEC, o objetivo é fortalecer o papel do educador como agente de transformação emocional e social dentro das escolas, unindo a dimensão técnica à dimensão humana da docência. Ao compreender e aplicar práticas de autorregulação emocional, o professor se torna capaz de criar um clima de aprendizagem mais positivo, colaborativo e inclusivo, com impactos diretos no rendimento dos alunos.
Além da relevância pedagógica, o curso também reflete um movimento global de repensar a formação docente sob uma perspectiva mais integral. O desenvolvimento emocional e relacional dos professores é considerado, por estudiosos como Daniel Goleman e Paul Ekman, um dos pilares da educação do futuro. Ao investir na saúde emocional dos educadores, o MEC reconhece que não há inovação sem equilíbrio humano. Assim, o Formar+ Educação consolida-se como uma política de formação contínua voltada ao fortalecimento das competências socioemocionais que sustentam a prática pedagógica contemporânea.
Educação em rede: MEC amplia conectividade e banda larga em escolas públicas
O Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Ministério das Comunicações (MCom) e a Anatel, deu início à nova fase do Programa Wi-Fi Brasil Educação, com o objetivo de garantir conectividade de alta velocidade em 140 mil escolas públicas até o final de 2026. Essa expansão de banda larga chega como resposta direta à exclusão digital que ainda afeta milhões de estudantes, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. O programa prevê a instalação de antenas via satélite, cabos de fibra óptica e roteadores de última geração em escolas urbanas e rurais, integrando o Brasil à agenda global de educação digital.
A ação tem como prioridade conectar escolas que ainda não possuem internet estável ou que dependem de redes móveis de baixa qualidade. Para isso, o governo estabeleceu parcerias com operadoras e provedores regionais, ampliando o alcance do serviço e fortalecendo a infraestrutura tecnológica de ensino. O investimento total ultrapassa R$ 1,8 bilhão, com recursos provenientes do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST). Segundo o ministro Camilo Santana, “a conectividade escolar é a espinha dorsal da educação do século XXI — não há ensino moderno sem acesso à internet e tecnologia.”
Além da instalação dos equipamentos, o programa inclui treinamento para gestores e professores sobre o uso pedagógico das ferramentas digitais. A proposta é transformar a internet em um instrumento de aprendizagem contínua, possibilitando o uso de plataformas como Avamec, MEC Enem e EduCapes dentro do ambiente escolar. Com isso, o Wi-Fi Brasil Educação vai muito além da infraestrutura: ele promove uma nova cultura educacional, que integra alunos, docentes e comunidades em uma rede de aprendizado colaborativo e acessível, consolidando um dos maiores programas de inclusão digital da história do país.
Transformação digital: tablets e tecnologias do MEC modernizam o aprendizado
O Ministério da Educação (MEC) iniciou a entrega de 1 milhão de tablets educacionais a escolas públicas em todo o país, marcando um avanço significativo na digitalização do ensino básico. A ação integra o programa “Educação Conectada 2.0”, que busca incorporar tecnologia e inovação ao processo pedagógico, principalmente nas disciplinas de Matemática, Ciências e Língua Portuguesa. Os primeiros lotes foram destinados aos estados do Piauí, Maranhão e Amazonas, priorizando regiões com baixo acesso à internet e altos índices de vulnerabilidade educacional.
Os tablets vêm equipados com plataformas de leitura digital, aplicativos educativos e recursos offline, permitindo que escolas em áreas sem cobertura de rede também participem da revolução digital. Além disso, cada equipamento possui integração com o Avamec, ambiente virtual de aprendizagem do MEC, e o MEC Enem, o novo aplicativo de simulados e correção automática de redações. Segundo o ministro Camilo Santana, “não se trata apenas de distribuir tecnologia, mas de colocar o Brasil na rota da educação do futuro, onde cada estudante tem acesso às mesmas oportunidades de aprendizado.”
Essa transformação tecnológica representa mais do que modernização: simboliza inclusão e equidade. Em um cenário em que a diferença de acesso entre escolas públicas e privadas ainda é ampla, o Educação Conectada 2.0 reduz o abismo digital e fortalece a autonomia dos estudantes. Pesquisas do Inep apontam que o uso pedagógico de tecnologias digitais pode elevar em até 22% o desempenho em leitura e 18% em ciências, quando associado a práticas docentes planejadas. Dessa forma, o investimento do MEC em tecnologia educacional não apenas equipa escolas, mas impulsiona uma nova geração de aprendizes conectados e críticos.
Infraestrutura escolar: FNDE investe quase R$ 1 bilhão em reformas e acessibilidade
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) anunciou um investimento recorde de R$ 980 milhões destinado à reforma e ampliação de escolas municipais em todos os estados brasileiros. O programa, batizado de “Escola Renovada”, tem como foco modernizar a infraestrutura das unidades públicas, priorizando cidades com baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). As obras incluem melhorias em acessibilidade, climatização de salas, modernização de bibliotecas e ampliação de cozinhas e refeitórios, buscando tornar o ambiente escolar mais funcional e acolhedor.
De acordo com o FNDE, cerca de 1.320 escolas serão beneficiadas até o primeiro semestre de 2026. As intervenções seguem padrões técnicos sustentáveis, utilizando materiais ecológicos, iluminação de baixo consumo e sistemas de captação de energia solar. Essa modernização física reflete um compromisso com a qualidade do ensino e com o bem-estar de estudantes e profissionais da educação, transformando a infraestrutura escolar em um elemento ativo no processo de aprendizagem.
O ministro da Educação, Camilo Santana, destacou que a melhoria do espaço escolar é essencial para o sucesso pedagógico: “Quando o aluno se sente bem acolhido, ele aprende mais e permanece na escola.” O programa também prevê o acompanhamento contínuo das obras por meio da plataforma +PNE, garantindo transparência e controle social dos recursos. Com essa ação, o MEC e o FNDE reafirmam que investir em infraestrutura é investir diretamente no futuro da educação brasileira — uma base sólida para o ensino integral, tecnológico e inclusivo que o país busca consolidar até o final da década.
Formação emocional: curso gratuito do MEC prepara professores para nova era da educação
O Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e a CAPES, lançou o curso online gratuito “Competências Emocionais para Educadores”, com 120 mil vagas destinadas a professores e gestores da rede pública. A formação integra o programa Formar+ Educação e representa uma mudança de paradigma na capacitação docente: ao lado do domínio técnico e pedagógico, o ministério passa a reconhecer o equilíbrio emocional como uma competência essencial para o desempenho escolar e o bem-estar dos educadores.
O curso aborda temas como autogestão, empatia, escuta ativa, liderança positiva e regulação emocional, aplicando fundamentos da inteligência emocional desenvolvidos por teóricos como Daniel Goleman. Além das videoaulas, os participantes terão acesso a práticas reflexivas, fóruns de apoio e ferramentas para criar ambientes escolares mais acolhedores e colaborativos. Segundo o MEC, o objetivo é formar profissionais capazes de lidar com o estresse da rotina escolar e de conduzir alunos em contextos de vulnerabilidade emocional, sem perder o foco no aprendizado.
Essa iniciativa surge em um momento de crescente demanda por apoio psicológico na educação. Pesquisas da Unesco e da Fiocruz indicam que 48% dos professores brasileiros relatam sintomas de ansiedade e esgotamento emocional. Ao oferecer uma formação estruturada e gratuita, o MEC reforça seu compromisso com a saúde mental e com o fortalecimento das relações humanas na escola. Em tempos de transformação digital e social, o equilíbrio emocional docente se torna uma peça-chave para sustentar a educação do futuro — empática, tecnológica e centrada no ser humano.
Saiba Mais
Ministério da Educação (MEC)
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE)
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)
AVAMEC – Ambiente Virtual de Aprendizagem do MEC
Universidade de Brasília (UnB)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)


